Dia 06.12.14 Fui até 60 bpm usando o ritmo de "Waltz" do teclado. Mas penei muitos dias  sem marcar e outros a 40 bpm. Ha! Isso só nas três primeiras linhas.
Dia 07.12.14 subi para 90 bpm, mas com dificuldade de articulação, principalmente na terceira linha.
Espero sanear os problemas amanhã.
Dia 08.12.14 Tudo ok. Fui a 110 mas precisei voltar para 100. Mas fui até bem no 110. Todavia, parece que o cansaço venceu e voltei ao 100.
Dias 09 até 11.12.14 fiquei no 100 com alguma incursão no 110.
Dia 10.12.14 peguei no 100 efui até 120 e lá fiquei.
Dia 11.12.14 fui a 120 mas precisei voltar para 110, meio ruim aqui.
Dia 12.12.14 do 100, acho, fui rápidamente para o 120.
Dia 14.12.14 inicio no 120. Já nas 3 linhas seguintes fui do 70 ao 100. Até dei uma chegada no 120 mas os compassos 6 a 9 me obrigaram a voltar para o 100.

Dia 17.12.14 Em Mosqueiro, usando metrônomo do celular em compasso 3/4 com marcação cuém” no tempo um, começo no 120, mas desço para o 110 e 100.

Dia 22.12.14 Registro hoje, mas desde que voltei a usar o metrônomo, do teclado, com ou sem acompnhamento ou do celular,  e mesmo alguns dias antes, passei a treinar dentro de casa e não mais na varanda, para me concentrar melhor na missão de honrar o nome e a obra de Matteo Carcassi. Isto porque na varanda há mitos fatores de desconcentração, amigos, pessoas, crianças, etc.
Bem sobra a prática em si, fiquei no 100 vários dias  e já ia concluindo toda a página 63. Resolvi mudar a digitação do compasso 7 (sete) da linhas 4 e 5, o que me fez voltar psra 60 nesse compasso. 45 minutos de repetiçção e fui a 120 ali.
Dia 25.12.14 - toda a página 63 foi feita em 100 bpm compasso 3/8 no metrônomo do cel, com um "cuém" msrcando o 1° tempo.
Dificuldades no posicionamento dos dedos da mão esquerda em diversass passagens  exigiram vários retornos aos 60 bpm em diversas partes, sendo que os compassos 7 e 8 das linhas 4 e 5, respectivamente, são os que exigiram e estão exigindo mais dedicação do autor.
Todavia, a página toda está sendo executada a 100 bpm.
Dia 02.01.15 parei desde dia 28, devido a corte que tive no dorso do dedo médio esquerdo, na falangeta, próximo da articulação com a falanginha, devidamente costurado com 6 (seis) pontos de fio mononailon, na Unimed Ananindeua.  Retomando hoje os estudos, com bastante cuidado, devagar e sem apertar muito ad cordas, para  que nenhum ponto se rompa.  Começo e fico em 80 bpm, encerro após 45 (quarenta e cinco)minutos, para não forçar o dedo costurado.
Dia 05.01.15 volto do 100 rm que chegara para 80 para me tornar consciente e corrigir digitação do 3° (terceiro )compasso da linha 3(três). Aproveito para melhorar a digitação dos vompassos 8 e 9 da 4a. linha e 8 e 8 da 5a. !inh, bem como passagem para a 9s. linha e~  digitaççao dela.
Fui subindo e executei toda página 63 em 120. Isto  hoje.
Passei a trabalhar a pg 64 com 50 bpm, desde onten.
25.01.15 Creio que já repeti várias vezes aqui meu modus operandi para aprender a tocar violão.  Basicamente, sigo o que parece comum na área. Olho a partitura de cabo a rabo, buscando informações gerais sobre ela, nuances, indicações especiais, a dinâmica, acidentes, ornamentos, e o que mais possa me chamar a atenção. Depois passo a executá-la sem metrônomo identificando e removendo entraves. Executando com um mínimo de fluência passo a usar o metrônomo em velocidade baixa, 40 ou 50 bpm, e vou subindo de 10 em 10  até onde puder, sendo que ao executar normalmente no 120 dou-me o direito de passar para o exercício seguinte.
   Isso sem prejuízo de executar o exercício em bpms maiores que 120 sempre que possível,  dependendo do caso, da motivação.   Esse, então, é o jeito que estou dando para aprender.
      Naturalmente, procuro executar algum ou alguns exercícícios todos os dias. Quando posso, várias vezes ao dia, com muitos intervalos para descanso. Praticante e  Educador físico que sou, provisionado, descobri que são aplicáveis ao estudo prático do violão as mesmas idéias e procedimentos que uso na prática de exercícios corporais, seja a Capoeira, o Taichichuan, o Aikido, o Yoga, o Skate, o Patins, etc. Por exemplo, há que se dar intervalos à medida em que aumentamos a velocidade dos exercícios, exageros na velocidade ou na quantidade podem causar lesões que prejudicam o desempenho. Dormir bem, alongamento, aquecimento antes e entre exercícios, execuções devem ser corretas, respiração, uso do centro de gravidade corporal e energético, enfim, como já disse, são válidos para a prática do violão todos os preceitos válidos para outros exercícios.
Dia 27.01.15 tenho entrado na primeira linha da pg. 65 a 70 bpm. Progrido lentamente, mas progrido.
Há um coisa de que eu ia me esquecendo. Um dos passos obrigatórios do estudo é identificar os compassos em que tenho mais dificuldade e executá-los separadamente nos bpm possíveis até a execução se tornar fácil.  Para mim, hoje, não há atalho, ataco direta e radicalmente a dificuldade até superá-la. Sempre usando a ingeligência, claro.

29.01.15 Ontem ouvi e vi, no Youtube, palestra do prof. Fábio Zanon, aula do prof. Henrique Pinto, uma entrevista com Abreu e  outrs com Prof Fábio Zanon.
Já hoje ouvi Segóvia, Manoel Barrueco e um outro grande.
01.02.15 Tenho ouvido e visto grandes violonistas no You Tube. Baixei e tenho ouvido Miguel Llobet.  E, também, ouvi três programas de rádio na Cultura, conduzido pelo  prof. Fábio  Zanon. Pretendo ouvir todas. Nestes programas ele conta história dos grandes violonistas a partir do século XX intercalando as músicas. Relativamente à Valsa, estou fazendo com 110 bpm colcheias. Passei a estudar até o fim, executando a parte nova sem marcar os bpm. Espero dominar a leitura toda este mês. Estou meio interessado em decorar a Valsa.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog